segunda-feira, 13 de julho de 2009

NOSSA SRA. DO BALACOBACO

Trabalho, trabalho e trabalho. Hoje, domingão à tarde, fui gravar uma matéria em uma festa de pagode. Não pessoas. Não pensem: “Que legaaaaaalllll!!!” Não se trata do pagodinho carioca ou paulista, aquele romântico para casais. É o pagodão da Bahia mesmooooo. Lembra do segura o tchan de Carla Peres? Virou elite perto do que temos hoje por aqui. O vídeo que vocês verão a seguir não é uma regra dos pagodes, ele extrapolou as “normalidades” e o fato – bizarro - provocou a demissão da escola em que essa moça dava aula.


Não vou nem gastar minhas palavras com esse vídeo, pois as imagens não precisam de complemento.

Semana passada fui ao show de Ivete aqui em Salvador. Tenho pavor a multidão, mas como ela cantar na terrinha é uma raridade, e eu ganhei as entradas do camarote, resolvi levar os amigos. Para garantir a diversão, convidei um mineiro que acabou de vir morar na cidade. A primeira festa é sempre uma grande surpresa. As micaretas pelo Brasil a fora são boas demais, só rola gente bonita, mas é que as festas de axé em Salvador têm algo que não tem em nenhum outro lugar do mundo: o calor humano e a pouca roupa das mulheres baianas. A temperatura da cidade é inversamente proporcional à quantidade de roupa das mulheres. É quase uma lei da física.

Quando cheguei na festa o mineiro estava pra lá de Bagdá. Ele já misturava o “oxente” baiano com o “nooooosssaaaaa” dos mineiros. Saía um “Noooooxente”. Ele nem conseguia falar nada, só acompanhava as moçoilas com os olhos. Primeiro que o rapaz nem acreditou que eu estava dando a entrada do camarote a ele. Tadinho. E depois de umas doses ele encarnou São Jorge e enfrentou uns dragões. Eu quase fui segurar o moço, pois os veteranos não podem permitir tais atrocidades aos calouros. Mas ele tava com cara de quem tava gostando tanto que eu fiz vista grossa. “Uma vez não morre não...”, hehehehehe.

Sempe fui rock and roll até a alma. Mas, depois que comecei a trabalhar em televisão, tomei umas doses cavalares de injeção de tolerância e passei a admirar, e me divertir, com o que os baianos fazem de melhor: festas. Nunca gostei muito de pagode, mas nesse dia liberei geral (leia-se, dancei dentro dos limites da normalidade). O importante é ser feliz. Meu trauma é que quando o povo começa a quebrar (dançar pagode) parece que estão tendo uma crise de epilepsia ou que entraram em algum transe religioso.

Não sei como eles agüentam mexer o quadril por tanto tempo. A base de tudo é o remelexo das ancas. Depois de uma hora dançando Psirico (aquele da música Toda Boa...) eu parecia que tinha sido atropelada por um trator. Fui sentar mancando, com uma dor filadamãe na bacia, mas gostei. Me diverti muito com meus amigos.

Hoje a história era completamente diferente. Eram umas 60 mil pessoas de camisas coloridas. As blusas tinham todo tipo de customização que vocês possam imaginar, desde as bem produzidas até as mais bregas. Foi o metro quadrado mais feio de todos os tempos. Se Bin Laden descobrisse que o povo daqui dança daquele jeito ele ia nomear os baianos como os inimigos número um de Alah. Gentem!!! Não acho que a dança do pagode é baixaria. O problema está em como as pessoas o fazem.

Começa uma esfregação geral de tal ordem, que todos parecem dançar num único frenesi. Os passos da dança começam a reproduzir os movimentos do ato sexual e os rapazes acham que podem apalpar tantas nádegas quanto for possível.

Para mostrar, de fato, como foi o evento, tive que ir gravar uma entrevista com populares e me arrisquei na pista, e sem seguranças. Ô arrependimento! A pessoa estuda 4 anos, se esforça para se manter no mestrado, tem o diploma jogado no lixo e ainda vai tomar dedada em uma festa de camisa colorida. Pelamor do balacobaco!!!!

Ainda não tenho vídeo da festa de hoje, mas em breve postarei alguma coisa. Esse vídeo aí em baixo é do DVD de uma banda chamada Parangolé. O som, para quem gosta, é bom, mas, repito, o problema está em como as pessoas encaram o que é diversão. O vocalista dessa banda é uma fofura de pessoa e merece todo meu apreço.



O gostoso é até em baixo?




E o Tchuco? É gostoso?

6 comentários:

Isadhora disse...

Meninaaaaaaaaaaaaaaa
Socorroooooooooooooooooo
o que é o 1º video????????

Que porra é aquela???????
Ele abaixou pra ver a calcinha da menina???

Ele passou a mao nela, e deixou a bunda de fora???????????????

Naooooo... Pára!!!!

Depois é estuprada quando acaba o show e vai chorar!
affffffffffffffffffff

SEM COMENTARIOS!

Elisa no blog disse...

Oi Luciana,
Gostei do seu blog. Adoro Salvador,é bom ter notícias daí. Mesmo as chocantes e assutadoras como dessa postagem!

Acho que aí não vende esse saco para gato. Aqui inventam muitas coisas.

Obrigada pela visita.
beijos,
elisa

Desabafando disse...

Meu...sem comentários esses videos...que horror...essa moça devia ter vergonha na cara né?

Aninha Leme disse...

cruzes
morri de vergonha alheia.
e sou a favor do estupro de ver isso.

maryzinha disse...

Meu Deussssss
Prima me diz que as pessoas normais mesmo bêbada e na seca não faz isso??
Vai....p....p...que pariu
que que é isso??
Aqui em sampa menos que isso ela ja tava dentro da vara de um tarado
Jesus..
Sem comentárioss

Mônica disse...

Ô véi namoral....rsrsrs...não tenho nem o que dizer sobre esse primeiro vídeo!
E sobre a dança do acasalamento......menos ainda!rsrsrs